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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Mitologia Nórdica - Odin

   
  Seu papel, como o de muitos deuses gregos, é complexo; é o deus da sabedoria, da guerra e da morte, embora também, em menor escala, da magia, da poesia, da profecia, da vitória e da caça.
  Odin morava em Asgard, no palácio de Valaskjálf, que ele construiu para si, e onde se encontra seu trono, o Hliðskjálf, onde podia observar o que acontecia em cada um dos nove mundos. Durante o combate brandia sua lança, chamada Gungnir, e montava seu corcel de oito patas, chamado Sleipnir.
  Era filho de Borr e da jotun ("gigante") Bestla, irmão de Vili e Vé, esposo de Frigg e pai de muitos dos deuses. tais como Thor, Baldr, Vidar e Váli. Na poesia escáldica faz-se referência a ele com diversos kenningar, e um dos que são utilizados para mencioná-lo é Allföðr ("pai de todos").
   Como deus da guerra, era encarregado de enviar suas filhas, as valquírias, para recolher os corpos dos heróis mortos em combate, os einherjar, que se sentam a seu lado no Valhalla de onde preside os banquetes. No fim dos tempos Odin conduzirá os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarök. Nesta batalha o deus será morto e devorado pelo feroz lobo Fenrir, que será imediatamente morto por Vidar, que, com um pé sobre sua garganta, lhe arrancará a mandíbula.
  A quarta-feira, dia que era/é dedicado ao deus, tomou as denominações, no inglês, wednesday (antigo saxão, wôdanes dag, anglo-saxão, vôdnes dag), no holandês, woensdag (médio-neerlandês, woensdach), no sueco e dinamarquês, onsdag (Old Norse, odinsdagr), e no dialeto da Vestefália, godenstag ou gunstag..
    Na Edda Poética, o maior ciclo é naturalmente o do deus supremo, compreendendo as seguintes baladas: Baldrs Draumar (Os Sonhos de Baldr), Hárbarzljóð (A Balada de Harbard), Vafþrúðnismál (A Balada de Vafthrudnir), Grímnismál (A Balada de Grimnir) e Hávamál (As Máximas de Hár).
  Odin se apresenta sob diversos nomes nas baladas édicas, de acordo com as exigências da situação. Sabemos, pela Völuspá (A Profecia da Vidente) e Hyndluljóð (A Balada de Hyndla), que ele é filho de Borr. As elevadas designações de velho criador e pai dos homens, que o poeta anônimo lhe deu em Baldrs Draumar e no Vafþrúðnismál, bem como a informação de que Odin dera o fôlego (Völuspá) a um casal inanimado, não deixa dúvidas sobre uma interferência na criação da humanidade. No Grímnismál há o cognome de príncipe dos homens, na Lokassena (A Altercação de Loki) de pai das batalhas, na Völuspá, de pai dos exércitos, e no Grípisspá (A Profecia de Gripir), de pai da escolha ou pai dos mortos em batalha.
  Em linguagem corrente nos países escandinavos e no norte da Alemanha, conforme observa-se entre pessoas cultas, são usadas as expressões zu Odin fahren ou hei Odin zu Gast sein, e far þu til Odin ou Odins eigo þik, citadas também por Jacob Grimm, para imprecações equivalentes a vá para o diabo, ou o diabo que o carregue. É uma tendência malévola que se explica, não só pela ação do cristianismo, mas ainda pelas atitudes violentas e sombrias que o deus tomava, infligindo castigos inflexíveis, como o sono imposto à (valquíria) Brynhild por esta tê-lo desobedecido, e atravessando os ares com seu exército de maus espíritos, nas noites de tempestades, nas chamadas Caçadas Selvagens.

   O aposto de “pai da magia”, constante do Baldrs Draumar, confirmado no seu próprio depoimento do Hávamál (parte IV), descreve o seu próprio sacrifício: feriu-se com a lança e suspendeu-se numa árvore, onde permaneceu nove dias agitado pelos ventos; esta árvore é Yggdrasill, o freixo do mundo. Tudo isso visando à iniciação na sabedoria das runas, tendo até criado algumas delas, tornando-se senhor do hidromel da poesia, licor mágico que profere vaticínios.
  Quanto ao elevado saber de Odin, relata-se que nem sempre foi assim, sábio e mágico poderoso; ávido por conhecer todas as coisas, quis beber da fonte da Sabedoria, onde o freixo Yggdrasill mergulha uma das raízes; mas Mímir, seu tio, o guardião da fonte, sábio e prudente, só lhe concedeu o favor com a condição de que Óðinn lhe desse um de seus olhos. Ele então encontrou na água da fonte milagrosa tanta sabedoria e poderes secretos que pôde, logo que Mímir foi morto na guerra entre os Æsir e os Vanir, lhe conferir a faculdade de renascer pela sabedoria: sua cabeça, embalsamada graças aos cuidados dos deuses, é capaz de responder a todas as perguntas que lhe dirigem. Após adquirir tantos conhecimentos, procurava depois revelá-los em duelos de palavras, em que aposta a vida e sai sempre ganhado. Além do mais, por várias vezes se dirige a profetisas e visionárias, pedindo informações estranhas, dando-lhes em paga ricos presentes.
  Nas baladas da Edda, o deus supremo está em ligação com símbolos, emblemas e certos elementos adequados às diversas circunstâncias em que aparece. Assim, no Valhöll (Valhalla), tem o seu grande palácio onde recebe e aloja os guerreiros mais valorosos, e em outro dos seus três salões em Ásgarðr (Asgard), o alto Valaskjalf, senta-se no trono Hlidskialf, de onde é possível enxergar o mundo inteiro e acompanhar todos os acontecimentos da vida. A seus pés, deitam-se os dois lobos Geri e Freki, símbolos da gulodice, que o acompanham em suas caçadas e lutas, alimentando-se dos cadáveres dos guerreiros. Nos seus ombros estão os dois corvos Munin e Hugin, a sussurrar-lhe o que viram e ouviram por todos os cantos. Quando se encaminha a uma batalha, o que é freqüente, usa armadura e elmo de ouro, trazendo nas mãos o escudo e a lança Gungnir, que tem runas gravadas no cabo, montando seu famoso corcel de oito patas, Sleipnir, que tem a faculdade de cavalgar no espaço, por cima das terras e águas.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

  Olá, passo aqui informando que não irei postar essa semana pois estou com problemas pessoais e, peço desculpas por não postar na semana passada. Obrigado pela compreensão.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Mitologia Nórdica- Introdução


Hoje começaremos um novo tópico ligado aos Vikings! Se trata de nada mais nada menos que suas crenças.
  
  Mitologia nórdica, germânica, viking ou escandinava, é o nome dado as religiões, crenças e lendas dos povos escandinavos, incluindo a Islândia, onde a maioria das fontes escritas para a mitologia nórdica foram construídas. 
  A mitologia nórdica é uma coleção de crenças e histórias compartilhadas por tribos do norte da Germânia (atual Alemanha), sendo que sua estrutura não designa uma religião no sentido comum da palavra, pois não havia nenhuma reivindicação de escrituras que fossem inspirados por algum ser divino. Foi passada oralmente através da Era Viking e seu atual conhecimento é baseado no Eddas.
  Em áreas rurais algumas tradições são mantidas até hoje, recentemente revividas ou reinventadas e conhecidas como Ásatrú ou Odinismo. A mitologia remanesce também como uma inspiração na literatura, assim como no teatro, na música e no cinema.

terça-feira, 1 de julho de 2014

  Olá fiéis leitores. Passo aqui para informar que a imagem do blog está passando por uma alteração incluindo o título. Agradeço a compreenção.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

  Olá. Estou passando o comunicado de que farei o máximo possível para fazer novas postagens toda a semana, ás quintas-feiras, ao meio-dia. Obrigado pela compreensão, vocês são o motivo de eu continuar postando sem perder o animo.
      

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Sociedade Viking e sua história - Final

    Bem agora chegamos ao auge do assunto. Nesta postagem falaremos da última parte da colonização e de como os vikings mudaram sua crença!!!



  Depois de dominarem a ilha Sheppey, na Inglaterra, os vikings penetravam no interior da Inglaterra e saqueavam diversas cidades. Geralmente os saques eram realizados da seguinte forma: os vikings chegavam nas regiões e exigiam uma determinada quantia em ouro, esse ato se chamava Danegeld. Se o povoado pagasse, eles iam embora, porém, retornavam em poucos meses para realizar novamente o mesmo ato, até que o povoado não pudesse pagar mais, então eles invadiam a cidade, e ela se tornava um novo posto de operações.
  Na Inglaterra, os vikings foram tomando aos poucos todos os reinos abaixo da Nortúmbria, ou seja: Kent, Lindsey, Angilia Oriental, Mércia, Essex e Sussex. Restando somente Wessex.
  Em 870 os vikings chefiados por Ivar o Desossado(o homem que está na imagem acima) e por Hubba atacaram o reino de Wessex, que era governado por Etelred. Mas foram repelidos, e novamente em 871 os vikings, agora chefiados por Guthrum, atacaram novamente Wessex, pois Eltered avia falecido, porém seu irmão, Alfred, voltou a expulsá-los.
  Olavo, o Santo, Sankt Olav também conhecido como Santo Olavo foi rei da Noruega de 1015 a 1028. De origem viking, chamou os líderes das religiões mais conhecidas na Europa Cristianismo, e Islamísmo, para que eles o convencessem de se converter para umas das duas religiões, ele se familiarizou com o islamismo, porém, teria que parrar de beber. Portanto converteu-se ao cristianismo na cidade de Ruão e esteve a serviço do rei exilado Ethelred II de Inglaterra. Regressou à Noruega em 1015. Por ser descendente do rei Haroldo I da Noruega, foi reconhecido rapidamente como rei e tirou os nobres que regiam o país do poder. Introduziu uma administração central forte, completou a conversão, iniciada por Olavo I da Noruega, dos noruegueses e ergueu igrejas por todo o território.É o padroeiro da Noruega e um dos poucos santos de origem norueguesa reconhecidos pela Igreja Católica.

   É isso aí pessoal, é com muito orgulho que decreto o primeiro encerramento de uma matéria do blog, porém não se desanimem, irei postar extras com todos os assuntos a respeito dos vikings que não toquei nos posts(como suas embarcações e a invasão de Wessex). Muito obrigado por acompanharem ao blog, até a próxima pessoal!!!!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Sociedade Viking e sua história Parte 3 - Sociedade

  Os povos vikings, assim como tinham uma mesma organização política, também compartilhavam uma mesma composição sociocultural. A língua falada pelos vikings era a mesma, seu alfabeto também era o mesmo: o alfabeto rúnico.
  As sociedades estavam divididas, de um modo geral, da seguinte maneira: O rei estava no ápice da pirâmide; abaixo dele estavam os jarls, homens ricos e grandes proprietários de terras (os jarls não eram nobres, pois nas sociedades vikings não havia nobres); abaixo dos jarls havia os karls, ou seja, o povo, livres, mas sem posses ou com poucas propriedades, geralmente pequenos comerciantes ou lavradores. Os karls compunham o grosso dos exércitos vikings e tinham participação nas Tings; abaixo dos karls, havia os thralls, escravos. Eles geralmente eram prisioneiros de batalhas, mas podiam ser (dependendo da decisão da Althing da região) escravos por dívidas ou por crimes, seus proprietários tinham direito de vida e morte sobre eles.
  A maior parte dos povoados vikings eram fazendas pequenas, com entre cinqüenta e quinhentos habitantes.
  O trabalho era dividido de acordo com as especialidades de cada um. Uns eram ferreiros, outros pescadores (os povoados sempre se desenvolviam nas proximidades de rios, lagos ou na borda de um fiorde).

  As famílias (fjolskylda) dos vikings eram muito importantes, sendo provedoras de abrigo alimento e proteção. As famílias tinham rivalidades e brigas com outras, sendo julgados nas Tings ou com os ordálios, testes para julgamentos divinos. No caso de mortes da família, era normal haver vinganças, devido à importância destas na sociedade. Os membros das famílias trabalhavam juntos, mesmo após casarem, trabalhando desde pequenos nas famílias, aprendendo trabalhos mais difíceis com o tempo, trabalhando com ferro ou no caso de jarls, na política ou na guerra. Os patriarcas detinham muito poder, podendo escolher se seus filhos viveriam ou não após nascerem.
  stenfsmiors, que construíam barcos e com a madeira dos barcos velhos, reparavam os outros barcos.
As mulheres após o casamento mudavam para a família do marido e tinham trabalhos como cozinhar, limpar e cuidar dos necessitados. As mulheres eram obedientes, mas podiam pedir divórcio, caso houvesse motivo, já os maridos podiam ter concubinas e matar as mulheres adúlteras, mas tinham de pagar ao pai da noiva para casar. Como as famílias ensinavam os trabalhos aos filhos, muitos trabalhos eram familiares, como os

domingo, 18 de maio de 2014

Sociedade Viking e sua história Part 2 - Expansão

   
      A terra natal dos vikings era a Noruega, Suécia e Dinamarca. Eles e seus descendentes se estabeleceram na maior parte da costa do Mar Báltico, grande parte da Rússia continental, a Normandia na França, Inglaterra e também atacaram as costas de vários outros países europeus, como Portugal, Espanha, Itália e até a Sicília e partes da Palestina.    
     Desenvolvimento:
  • Os dinamarqueses navegaram para o sul, em direção à Frísia, França e partes do sul da Inglaterra. Entre os anos 1013 e 1042, diversos reis vikings, como Canuto, o Grande, chegaram mesmo a ocupar o trono inglês.
  •  Os suecos navegaram para o leste entrando na Rússia, onde Rurik fundou o primeiro estado russo, e pelos rios ao sul para o Mar Negro, Constantinopla e o Império Bizantino. 
  • Os noruegueses viajaram para o noroeste e oeste, para as Ilhas Faroé, Shetland, Órcades, Irlanda e Escócia. Excepto nas ilhas britânicas, os noruegueses encontraram principalmente terras inabitadas e fundaram povoados. Primeiro a Islândia em 825 (monges irlandeses já estavam lá), depois a Groenlândia (985), foram ocupadas e colonizadas por vikings noruegueses. Em cerca de 1000 d.C., a América do Norte foi descoberta por Leif Ericsson da Groenlândia, que a chamou de Vinland. Um pequeno povoado foi fundado na península norte na Terra Nova (Canadá), mas a hostilidade dos indígenas locais e o clima frio provocaram o fim desta colônia em poucos anos. Os restos arqueológicos deste local - L'Anse aux Meadows - constituem hoje em dia um sítio de Patrimônio Mundial da UNESCO.


  • Os vikings começaram a incursar e colonizar ao longo da parte nordeste de Mar Báltico nos séculos VI e VII. No final do século VIII, os suecos faziam longas incursões descendo os rios da moderna Rússia e estabeleceram fortes ao longo do caminho para a defesa. No século IX]] eles controlavam Kiev e em 907 uma força de dois mil navios e oitenta mil homens atacou Constantinopla. Eles saíram de lá com um favorável acordo comercial do imperador bizantino. Depois chegando até a Sicília.
  • Os vikings fizeram a primeira investida no Oeste no final do século VIII. Os primeiros relatos de invasões viking datam de 793, quando dinamarqueses ("marinheiros estrangeiros") atacaram e saquearam o famoso mosteiro insular de Lindisfarne, na costa Leste da Inglaterra. Os vikings saquearam o mosteiro, mataram os monges que resistiram, carregaram seus navios e retornaram à Escandinávia. Nos 200 anos seguintes, a história Europeia encontra-se repleta de contos sobre os vikings e suas pilhagens. O tamanho e a frequência das incursões contra a Inglaterra, França e Alemanha aumentaram ao ponto de se tornarem invasões. Eles saquearam cidades importantes como Hamburgo, Utrecht e Rouen. Colônias foram estabelecidas como bases para futuras incursões. As colônias no Noroeste da França ficaram conhecidas como Normandia (de "homens do Norte"), e seus residentes eram chamados de normandos.
  • Em 865, um grande exército dinamarquês invadiu a Inglaterra. Eles controlaram boa parte da Inglaterra pelos dois séculos seguintes. Um dos últimos reis de toda a Inglaterra até 1066 foi Canuto, que governava a Dinamarca e a Noruega simultaneamente. Em 871, uma outra grande esquadra navegou pelo Rio Sena para atacar Paris. Eles cercaram a cidade por dois anos, até abandonarem o local com um grande pagamento em dinheiro e permissão para pilhar, desimpedidos, a parte Oeste da França.
  • Em 911, o rei da França elevou o chefe da Normandia a Duque em troca da conversão ao cristianismo e da interrupção das incursões. Do Ducado da Normandia veio uma série de notáveis guerreiros como Guilherme I, que conquistou a Inglaterra em 1066; Roberto Guiscardo e família, que tomaram a Sicília dos árabes entre 1060 e 1091 e Balduíno I, rei cruzado de Jerusalém.
  • Os vikings conquistaram a maior parte da Irlanda e grandes partes da Inglaterra, viajaram pelos rios da França, Portugal e Espanha, e ganharam controle de áreas na Rússia e na costa do Mar Báltico. Houve também invasões no Mediterrâneo e no leste do Mar Cáspio e há indícios que estiveram na costa do novo continente, fundando a efêmera colônia de Vinland, no atual Canadá.

sábado, 26 de abril de 2014

Aviso.

   Devido a problemas com meu meio de trabalho, não pude estar postando nada no blog. Eu lamento a demora, por favor sejam pacientes, em breve estarei realizando novas postagens.

sábado, 5 de abril de 2014

Sociedade Viking e sua história part 1 - Epílogo.

   Grandes exploradores e saqueadores, os Vikings tinham como maior talento a instalação em colônias. Os Vikings usavam seus navios dragões para viajar para o oriente, Constantinopla  e Rússia, chegando até mesmo ao ocidente.Fez grande papel na história Escandinava Grã-Bretanha e Irlanda.
   Tendo como sua terra natal Noruega, Suécia e Dinamarca, atacavam a costa de vários outros países europeus.
   Viajavam pela península escandinava. Os vikings também chegaram à América antes da descoberta de Cristóvão Colombo, tendo empreendido uma tentativa fracassada de colonização na costa da região sudeste do Canadá. Os Vikings eram guerreiros que viajavam pelos mares a partir de sua terra,  pilhando e saqueando cidades, mas também estabelecendo colônias e comercializando.

segunda-feira, 31 de março de 2014

   Olá pessoal, aviso que logo mais estarei postando sobre Cronos, de seu nascimento até seu dia de lástima...

domingo, 30 de março de 2014

Poseidon o Soberano dos Mares

      
 

       Na mitologia Grega, Poseidon, Possêidon ou Posidão, era o rei dos oceanos, conhecido na mitologia romana por Netuno. Também conhecido como Deus dos Terremotos, o relacionavam ao tridente e aos golfinhos. Assim como os outros filhos de Cronos e Reia, fora engolido por Cronos, e salvo por Zeus.
         Na Ilíada, Poseidon aparece-nos como o deus supremo dos mares, comandando não apenas as ondas, correntes e marés, mas também as tempestades marinhas e costeiras, provocando nascentes e desmoronamentos costeiros com o seu tridente. Embora seu poder pareça ter se estendido às nascentes e lagos, os rios, por sua vez, têm as suas próprias deidades, não obstante o facto de que Poseidon fosse dono da magnífica ilha de Atlântida.
       Os navegantes oravam a ele por ventos favoráveis e viagens seguras, e ofereciam oferendas e sacrifícios, ele provocava tempestades maus ventos e terremotos.